Estados Unidos angra - Experimento In Excelsis::Muchas Letras, Base de datos con miles de letras
Muchas Letras, Base de datos con miles de letrasmuchas letras
Artistas/Bandas A B C D E F G H I J K L M N Ñ O P Q R S T U V W X Y Z #
¿Recuperar clave? Registrarse

 

Google
Paginas Amigas
Adrianlyrics
Letras Pedidas
Letras Pedidas El cantinero Jossie Esteban
Letras Pedidas Dolor Vicente Fern...
Letras Pedidas palmira señorial billos
Letras Pedidas palmira señorial la billos ca...
Letras Pedidas 3 am lebron brothers
Letras Pedidas dance of death IRON MAIDEN
Letras Pedidas enamorada niche
Letras Pedidas y nada mas jorge celedon
Letras Pedidas Penas Bonny Cepeda
Letras Pedidas locamente enamorado rafael santos
ver mas...
Angra
Experimento In Excelsis

Ver todas las letras del artista

buscar Video
Lágrima Psicodélica: Março 2006 Notify Blogger about objectionable content.



Blog Underground sobre MP3 de Rock and Roll, Filosofia e Novas Tecnologias.

Terça-feira, Março 14, 2006 John Paul Jones

Hospedagem dos Ãlbuns: Fábio Oliveira

Texto, Fotos e Montagem: Fireball



John Paul Jones nasceu em Londres em 1946 e marcou seu nome na história do rock como um inovador, seja atuando como músico, produtor ou arranjador.

Na metade dos anos 60, John atuou como baixista e tecladista em várias pequenas bandas até que conheceu Jimmy Page em 1968. Desse encontro nasceu uma das maiores bandas de rock de todos os tempos: o Led Zeppelin. Mas isso é uma outra (longa) história que não contaremos agora.

Em 1980, com o fim do Led Zeppelin após a trágica morte do baterista John Bonham, John Paul Jones continuou sua carreira ligado à música, porém agora como produtor e arranjador tendo trabalhado com diversos artistas e bandas.

Em 1996, John terminou a construção de seu próprio estúdio e, 2 anos depois, lançou seu primeiro álbum solo, "Zooma". Em 2001 veio o segundo álbum, "The Thunderthief", onde john toca todos os instrumentos em composições épicas, cheias de experimentalismos e... impecáveis.



Fireball @

David Gilmour

Repostado com novos links por: Johnny F & Eric Rock



Johnny, o novo do David Gilmour, que só estará à venda pela Amazon em 07/03 (e sabe-se lá quando nas lojas de nossa aldeia) já está no Rapidshare. Até o fim da noite farei o upload dos dois outros de estúdio do cara. Afinal ele é "O cara".



Abraço

Eric Rocker



David Jon Gilmour, agraciado com a Ordem do Império Britânico (nascido em 6 de Março de 1946) é o guitarrista e vocalista da banda inglesa Pink Floyd, tendo também editado álbuns solo bem como, colaborado com outros artistas. Depois da saída de Roger Waters a meio da década de 1980. Gilmour nasceu em Cambridge, Inglaterra e cresceu em Grantchester Meadows. A sua educação teve lugar na Waldorf School e foi durante muitos anos um modelo para essa escola, tendo no entanto descrito a sua educação como “horrívelâ€. Gilmour conheceu Syd Barrett quando frequentava o Colégio de Artes e Tecnologia de Cambridge, embora não tenha pertencido á formação inicial dos Pink Floyd. O primeiro grupo de Gilmour chamava-se Joker`s Wild para quem começou a tocar em 1963. A banda mudou o seu nome para Flowers em 1967 tendo acabado nesse mesmo ano, tendo Gilmour formado os Bullitt. Juntou-se aos Pink Floyd em Janeiro do ano seguinte. Syd Barrett saiu do grupo alguns meses mais tarde tendo Gilmour assumido o papel de guitarrista principal.



Gilmour lançou o seu primeiro álbum, na Primavera de 1978. Uma das músicas que escreveu nesta epoca mas que não usou, evoluiu, tendo-se tornado no clássico dos Floyd Comfortably Numb. O seu segundo álbum About face foi editado em 1984. Roger Waters deixou os Pink Floyd em 1985 assumindo que sem ele os Pink Floyd se demembrariam. Em vez disso, Gilmour assumiu o completo controlo e criou "A Momentary Lapse of Reason". Gilmour explica: "Eu tinha um sem número de problemas com a direcção da banda no passado recente, antes de Roger sair. Eu achava que as músicas tinham muitas palavras, e que devido ao significado dessas palavras serem tão importantes, a música tinha-se tornado um mero veículo para as letras, o que não era muito inspirador...The Dark Side Of The Moon e Wish You Were Here tiveram um enorme sucesso, não apenas devido à contribuição de Roger, mas também porque havia um equilíbrio maior entre a música e as palavras do que em álbuns mais recentes. É isso que estou a tentar fazer em A Momentary Lapse Of Reason mais focado na música, restaurar o equilíbrio."



Em 2002 Gilmour fez uma série de concertos acústicos a solo em Londres e Paris, juntamente com uma pequena banda e coro, e que foi documentado na edição de David Gilmour in Concert. Durante os interregnos musicais dos Pink Floyd, Gilmour passava o tempo tocando como músico de estúdio, produzindo discos e até fez de engenheiro de som de palco para uma enorme variedade de espectáculos incluindo, algumas novidades e Roy Harper, Kate Bush, The Dream Academy, Grace Jones, Arcadia, Bryan Ferry, Robert Wyatt, Hawkwind, Paul McCartney, Ringo Starr, Sam Brown, Jools Holland, Propaganda, Pete Townshend, The Who, Supertramp (juntos criaram o êxito "Brother Where You Bound" do álbum com o mesmo nome), vários "supergrupos" de solidariedade e muito mais. Não sendo um guitarrista rápido, Gilmour é no entanto considerado um dos melhores de sempre. É especialmente reconhecido por ter um estilo muito preciso de solar, bem como pelos sons tipo-violino. Foi um inovador no uso de efeitos sonoros na guitarra. Muitos também consideram injusto que normalmente Gilmour não seja comparado com os melhores, tais como: Jimi Hendrix, Jimmy Page e Eric Clapton. Em 1996 Gilmour foi induzido no Rock and Roll Hall of Fame com os Pink Floyd. Em Novembro de 2003 foi-lhe atribuída a Ordem do Império Britânico. Gilmour é também um piloto experiente.



On An Island



01. Castellorizon

02. On An Island

03. The Blue

04. Take a Breath

05. Red Sky at Night

06. This Heaven

07. Then I Close My Eyes

08. Smile

09. A Pocketful of Stones

10. Where We Start



ALBUM CREDITS



Castellorizon (Gilmour)

David – guitar



On An Island (Gilmour/GilmourSamson)

David – vocals, guitars, electric piano, percussion

David Crosby – vocals

Graham Nash – vocals

Richard Wright – Hammond organ

Rado Klose – guitar

Guy Pratt – bass

Andy Newmark – drums



The Blue (Gilmour/Samson)

David – vocals, guitars, bass, percussion, piano

Richard Wright – vocals

Andy Newmark – drums

Jools Holland – piano

Chris Stainton – Hammond organ

Rado Klose – guitar

Polly Samson – piano



Take A Breath (Gilmour/Samson)

David – vocals, guitars

Guy Pratt – bass

Ged Lynch – drums

Phil Manzanera – keyboard

Leszek Mozdzer – piano

Caroline Dale – cello



Red Sky At Night (Gilmour)

David – guitars, saxophone

Caroline Dale – cello

Chris Laurence – double bass

Ilan Eshkeri – programming



This Heaven (Gilmour/GilmourSamson)

David – guitars, vocals, bass

Georgie Fame – Hammond organ

Phil Manzanera – keyboards

Andy Newmark – drums

Drum samples courtesy of Adam Topol and Jack Johnson



Then I Close My Eyes (Gilmour)

David – guitars, bass harmonica, cumbus

BJ Cole – Weissenborn guitar

Phil Manzanera – piano

Robert Wyatt – cornet, voice, percussion

Andy Newmark – percussion

Caroline Dale – cello

Alasdair Malloy – glass harmonica



Smile (Gilmour/Samson)

David – guitars, vocals, percussion, Hammond organ, bass

Willie Wilson – drums

Polly Samson – vocals



A Pocketful Of Stones (Gilmour/Samson)

David – guitars, vocals, Hammond organ, piano, bass, percussion

Leszek Mozdzer – piano

Lucy Wakeford – harp

Alasdair Malloy – glass harmonica

Chris Laurence – double bass

Chris Thomas – keyboard

Ilan Eshkeri – programming



Where We Start (Gilmour)

David – guitars, vocals, bass, percussion, Hammond organ

Andy Newmark – drums



Orchestral arrangements by Zbigniew Preisner.

Conducted by Robert Ziegler.

Orchestra recorded at Abbey Road Studios by Simon Rhodes.

Orchestral Leader: David Juritz.

Strings contracted by Hilary Skewes, Buick Production Ltd.



Produced by David Gilmour, Phil Manzanera and Chris Thomas.



Recorded by Andy Jackson and David Gilmour.

Assisted by Damon Iddins, Devin Workman and Jamie Johnson.

Technical support by Phil Taylor.



Recorded at Astoria, Abbey Road, British Grove, Gallery Studio,

and at home.



Johnny



Conforme prometido, seguem os outros links do Gilmour:



David Gilmour – 1978



1. Mihalis (5:46)

2. There's No Way Out Of Here (5:08)

3. Cry From The Street (5:13)

4. So Far Away (6:05)

5. Short And Sweet (5:30)

6. Raise My Rent (5:33)

7. No Way (5:32)

8. Deafinitely (4:37)

9. I Can't Breathe Anymore (3:05)



About Face – 1984



1. Until We Sleep (5:15)

2. Murder (4:59)

3. Love On The Air (4:17)

4. Blue Light (4:34)

5. Out Of The Blue (3:34)

6. All Lovers Are Deranged (3:13)

7. You Know I'm Right (5:03)

8. Cruise (4:39)

9. Let's Get Metaphysical (4:08)

10. Near The End (5:36)



Tô mandando também os links do áudio do DVD de 2002 do cara. Só que não fui eu que fiz o upload deles, valeu? Tá em 3 partes...



David Gilmour - In Concert



Meltdown Cconcert



01. Shine On You Crazy Diamond, Parts 1-5

02. Terrapin

03. Fat Old Sun

04. Coming Back To Life

05. High Hopes

06. Je Crois Entendre Encore

07. Smile

08. Wish You Were Here

09. Comfortably Numb

10. Dimming Of The Day

11. Shine On You Crazy Diamond, Parts 6-8

12. A Great Day For Freedom

13. Hushabye Mountain



Royal Festival Hall Concert 2002



14. Dominoes

15. Breakthrough

16. Comfortably Numb with Bob Geldof



Johnny



Demorou, mas repostei os CDs do Gilmour (o cara!) :



David Gilmour – 1978



About Face – 1984



On an Island – 2006



Põe de novo prá galera que não baixou.

Mas eu lembro que no dia que caiu tava com mais de 450 downloads... (o "On an Island").



Abraço



Eric Rocker



Lágrima Psicodélica @

Status Quo II



Hospedagem : Gustavo RodriguesTexto e Figura: JH II



O nosso amigo Gustavo Rodrigues, enviou dois arquivos. Sendo que um deles é de um pequeno vídeo e o outro é de um mp3, os dois, da música "Whatever You Want" da banda Status Quo, quando a mesma se apresentou no Festival de Música "The Silver Clef Award Winners", no vilarejo de Knebworth, que fica localizado ao norte de Hertfordshire, na Inglaterra. Esse festival aconteceu no dia 30 de junho de 1.990, e compareceram 120.000 pessoas. Nesse vilarejo, acontece normalmente vários eventos culturais e ainda bem que não se esqueceram do Rock `n`Roll. Robbie Willians se apresentou lá em 2003, e foi o maior sucesso. O festival foi gravado, resultando na época em três fitas de vídeo (VHS), e posteriormente em dois DVDs, volume 1 e volume 2. Se apresentaram por lá, Além do Status Quo, (que tocou quatro músicas inclusive a música "Whatever You Want", Eric Clapton, Dire Straits, Robert Plant, Paul Mc Cartney, Genesis, Pink Floyd, Phill Collins, Cliff Richards & The Shadows, Tears for Fears e Elton John. No desenrolar do show houve a montagem de uma superbanda com Eric Clapton, Elton John, Phill Collins, etc. Eu tinha uma das fitas VHS desse show, no momento da apresentação do Dire Straits, Eric Clapton, Robert Plant, etc. Não me lembro se era o volume 1 ou 2. Mas acontece que na vida nós temos muitos "amigos", e um desses "amigos", me levou emprestado a fita e até hoje não a vi mais. Sabe como é. Mas tudo bem, agora existe o DVD, né?, fita VHS, tá fora de moda, como se diz, então vamos atrás dos DVDs. Se alguém achar esses DVDs do show, compre, porque é bom mesmo.



Link para o Vídeo:



Link só MP3:



Em tempo: Você acha que vandalismo existe só no Brasil? Então, para ver fotos de vandalismo em obras de arte de Knebworth na Inglaterra! (What's going on in the head of the person who does this?).



JH II @

Stray Cats

Hospedagem dos álbuns: Johnny F.Texto, fotos e montagem: Toni Clark

O Stray Cats foi criado em 1979 pelos amigos Lee Rocker (baixo), Brian Setzer (guitarra e vocal) e Slim Jim Phantom (bateria) em Nova York. Eles estavam dispostos a reviver a música dos anos 50 e 60 e logo tomaram a decisão de mudar para Londres, onde o Rockabilly começava a renascer. Em apenas três meses na cidade, eles conheceram o produtor Dave Edmunds, que conseguiu um contrato com a Arista Records.O grupo lançou o primeiro álbum, “Stray Catsâ€, em 1981, somente na Europa. A música “Runaway Boys†foi o primeiro ‘hit` e chegou à nova posição das paradas britânicas. Mas foi com “Rock This Town†que o grupo estourou naquele ano. O segundo disco, “Gonna Ballâ€, saiu no mesmo ano, mas não repetiu o sucesso do primeiro e foi muito criticado pela imprensa. Durante 1982, eles fizeram uma turnê pela Europa e Japão, além de abrir os shows dos Rolling Stones. O grupo decidiu, então, voltar para os Estados Unidos, já que nenhum dos discos saiu por lá.De volta pra casa, eles fecharam um contrato com a EMI e lançaram, em 1982, “Built for Speedâ€. O disco era uma compilação das melhores músicas dos dois primeiros. Com os vídeo clipes de “Rock This Town†e “Stray Cat Strutâ€, as canções chegaram ao Top 10 no país. Eles tocaram em 55 cidades durante os dois meses de turnê. O sucesso foi confirmado com o álbum “Rant ‘N` Raveâ€, em 1984, embalado pela faixa “(She`s) Sexy + 17â€.No final daquele ano, o grupo enfrentou conflitos entre os integrantes e decidiu parar. Jim e Lee juntaram-se ao guitarrista Earl Slick e gravaram um disco como Phantom Rocker & Slick. Já Brian, lançou o primeiro disco solo. Dois anos depois, o grupo voltou a ser reunir, mas continuou com os projetos paralelos, o que diminuiu o ritmo do Stray Cats. Em 1986, saiu “Rock Therapyâ€, uma coletânea de covers de rock. Mais uma parada para outros projetos e três anos depois, foi a vez de “Blast Off!â€, que foi seguido por uma turnê.Fora da EMI, o grupo voltou a trabalhar com Dave Edmunds. Em 1994, eles lançaram “Choo Choo Hot Fishâ€, que chamou mais atenção que os dois últimos discos. O título foi dado em homenagem a um restaurante perto do estúdio de gravação que eles freqüentavam. No ano seguinte, o grupo lançou o que seria o último disco, “Original Coolâ€, com regravações dos sucessos do rock. Até hoje eles se reúnem periodicamente para realizar alguns shows, mas sem gravar. Stray Cats (1981)Gonna Ball (1981)Rant N' Rave With The Stray Cats (1983)Blast Off (1989)Let's Go Faster (1990)Choo Choo Hot Fish (1992)Original Cool (1993)Rochin' By Myself - Brian Setzer (1993)



Toni Clark @

Segunda-feira, Março 13, 2006 Blues Etílicos

Hospedagem dos Ãlbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball



Com 20 anos de estrada e nove cds lançados, o Blues Etílicos é a banda de maior longevidade e expressão desse segmento no Brasil.

O grupo foi formado no Rio de Janeiro em 1985 por Flávio Guimarães (gaita e vocal), Cláudio Bedran (baixo), Otávio Rocha (guitarra), Paulo Batera (bateria) e Sérgio (guitarra). No ano seguinte Otávio deixa a banda e vai para os EUA, mas o grupo continua se apresentando no circuito de bares cariocas. Naquela época haviam os lendários Circo Voador e Rádio Fluminense FM, que foram fundamentais para a divulgação de diversas bandas, entre elas o Blues Etílicos.

Gravaram uma fita demo com a música "Safra 63", que teve ótima aceitação na rádio, fazendo com que o nome da banda começasse a crescer. A formação estava com Rodolfo Rebuzi substituindo Otávio e o suiço Bernard Christian na bateria.



No final de 1986 Otávio volta dos EUA e assume a bateria, já que o suiço teve que retornar a seu país. Também passa pelos Etílicos o guitarrista norte-americano Derek Bosshart, que estava no Brasil e colocou um anúncio no jornal procurando músicos para tocar.

Quando Derek deixou a banda, indicou o cantor e guitarrista Greg Wilson, também americano, para o seu lugar. Nessa época, os proprietários da Satisfaction Discos, loja de discos raros e importados, resolveram patrocinar o primeiro LP da banda. O auto-intitulado debut dos Blues Etílicos contava com Gil Eduardo (filho de Erasmo Carlos) na bateria e Otávio de volta à guitarra. Com a boa repercussão desse disco, eles são contratados pela gravadora Eldorado, lançando o segundo álbum, "Ãgua Mineral". Em 1989 participam do primeiro Festival Internacional de Blues em Ribeirão Preto, tocando ao lado de Buddy Guy, Albert Collins, Magic Slim e Junior Wells.



Flávio Guimarães

Com o amadurecimento partiram para a gravação de "San-Ho-Zay", o álbum mais próximo do blues tradicional já feito pela banda. Em seguida é lançado "4".

Em 1993 o produtor Tom Swift (AC/DC, Miles Davis e Rolling Stones) trabalhou no disco "Salamandra". Em 1994, Gil Eduardo deixou a banda, sendo substituído por Pedro Strasser. Com essa formação gravam "Dente de Ouro", álbum que apresenta diversas experimentações rítmicas.

O próximo disco foi "Ãguas Barrentas" que é considerado pelos próprios integrantes banda como seu melhor disco. Em 2003 foi lançado o nono disco, "A Cor do Universo" e, atualmente, estão preparando seu décimo álbum para comemorar os 20 anos de carreira.



Fireball @

G.G. Allin

Hospedagem do álbum, texto, fotos e montagem: Rogério Utrila



Iremos agora conhecer um pouco sobre o GG Allin, um figuraço americano que ficou conhecido e ganhou fãs no mundo inteiro por suas apresentações, digamos, nada convencionais. Os shows de Allin até hoje são considerados os mais extremos da história da música: incluíam nudez, sangramento, defecar no palco (cujo resultado ele costumava comer e/ou atirar no público), e ameaça real de agressão à platéia. A maior parte do sangue era mesmo de Allin, em cortes provocados por ele. Costumava bater em seu rosto com os microfones, além de quebrar garrafas na cabeça e usar os cacos para se ferir, se atirar em cima dos equipamentos, etc... Não fazia isso pra aparecer, vivia de show para show, fazendo gravações com muito pouco dinheiro, e gastando qualquer trocado com álcool, drogas e prostitutas. Não possuía residência fora da prisão, mas suas condicionais sempre recomendavam o máximo de tempo de permanência entre as grades.



Os federais começaram a prestar atenção em Allin há alguns anos, quando ele anunciou publicamente que iria cometer suicídio no palco, o que não chegou a ocorrer. Foi banido de quase todos os lugares em que tocou e seus shows raramente terminavam (ora por causa da polícia, ora porque ele desmaiava drogado no palco). Allin se considerava um catalisador para a revolução através do caos, e dizia que seus atos eram uma vingança contra esta sociedade de robôs, porque alguém tinha que fazê-lo: "eu acredito que sou o poder maior, absoluto. Estou sempre no controle. Jesus Cristo, Deus e Satã em uma pessoa só." GG Allin foi uma lenda que chocou por violar as normas da sociedade e não aceitar pedir perdão. Seu som era um punkão tosco, com letras que tratavam sobre coisas do seu dia-a-dia, tais como isolamento, entorpecimento e depravação.



Os títulos de suas músicas incluem "F****** o cachorro", "Beba, lute e f***-se" e "Cigano filho-da-p***". Esta última é considerada a "road song" de GG, possuindo versos como: "... seus bostas de Chicago tentaram me matar / mas não conseguiram / ... vocês durões do Texas / tentaram me esfaquear, sem chance ..." Até o os dez anos de idade, ele morou em uma cabana de madeira sem água e eletricidade, a quilômetros de coisa alguma, na florestal Northumberland, estado de New Hampshire. Seu pai dormia por vários dias, sem permitir conversa ou acender velas após o escurecer, tapando as janelas por fora com neve. O envolvimento com a música aconteceu por volta dos dez anos, quando começou a economizar o dinheiro da merenda para comprar discos no final da semana. Tornou-se um baterista, excelente por sinal, mas logo seus novos ídolos estavam lhe decepcionando.



Apesar da fama de badboys, até os Stones seguiam certas regras, e ele prometeu a si mesmo que nunca seria assim. Seu inconformismo acabou levando-o às aulas de educação especial. Quando foi reprovado, seu ódio floresceu. Pelos próximos dez anos, Allin iria literalmente engolir qualquer substância que lhe colocassem na frente, sem ao menos perguntar o que era. Às vezes arrumava um subemprego, sobrevivendo de comida pra cachorro em quartos alugados, e tocando em qualquer buraco. Pela cidade, sempre foi um excêntrico. As pessoas o evitavam, mas ele não se importava. Por volta de 1986, já era a mais temida e desprezada figura do underground. Mas GG era adorado pelas mulheres, que o ligavam de todos os cantos do EUA para praticarem sexo por telefone. Algumas se mudavam para onde fosse que o cara estivesse morando.



Apesar do assédio, Allin considerava que sexo é bem melhor se for praticado com alguém que se odeia: "Certa vez, em Nova Iorque, o show ainda nem tinha começado, e eu estava no banheiro feminino tentando achar alguém para urinar na minha boca, então uma vagabunda se achava durona e tirou seu tampax, aí eu comi o troço bem na sua frente, engoli direto. Naquela noite ninguém falou 'estamos em Nova Iorque, vocês não vão conseguir impressionar ninguém aqui". GG Allin morreu de overdose de heroína nas primeiras horas da manhã de 28 de junho de 1993. Só não conseguiu realizar sua promessa de suicídio em pleno palco. Seu óbito foi anunciado pelo The New York Times e pelas revistas Rolling Stone e Spin. O funeral foi um verdadeiro circo. O cadáver segurava um microfone em uma das mãos e uma garrafa de whisky na outra. As pessoas arrancavam a garrafa de sua mão para beber, enfiavam pílulas em sua boca, abaixavam o boné e tiravam fotos, mexiam os braços, usavam o caixão como cinzeiro, seu baterista desenhava na sua perna com um pincel atômico, etc. Foi uma festa com um defunto presente.



Site Oficial :



Brutality and Bloodshed For All



1. Highest Power

2. Kill Thy Father, Rape Thy Mother

3. Anal Cunt

4. Raw, Brutal, Rough and Bloody

5. Shoot, Knife, Strangle, Beat and Crucify

6. I Kill Everything I Fuck

7. Shove That Warrent Up Your Ass

8. My Sadistic Killing Spree

9. I'll Slice Yer Fucking Throat

10. Terror In America

11. Fuck Off, We Murder

12. Take Aim and Fire

13. Bastard Son Of A Loaded Gun

14. Legalize Murder

15. Brutality and Bloodshed For All



Rogério Utrila @

Paul McCartney

Hospedagem dos álbuns, texto, fotos e montagem: Toni Clark



Não vou chover no molhado, não...

Por total economia de tempo e espaço, não farei aqui nenhuma referência à biografia de Sir Paul McCartney. Todo mundo sabe de sua importância na história da música POP mundial, afinal, ele foi integrante de uma banda chamada THE BEATLES...tá ligado?



Vou me limitar a enviar para vocês dois de seus trabalhos solos: "Run Devil Run", de 1.999, e "Chaos And Creation In The Backyard", de 2.005 (seu trabalho mais recente).



Com relação ao último trabalho ("Chaos..."), Paul decidiu gravar um disco bem intimista, com muitas baladas, sem deixar a pegada "Beatle" em nenhum momento. Um detalhe interessante deste disco, é que Macca toca todos os instrumentos (todos mesmo, ele é o único músico a participar do disco).



Já "Run Devil Run" pode ser considerado um clássico. Literalmente, pois possui várias releituras de verdadeiros clássicos do Rock'n Roll dos anos 50 e 60, além de algumas músicas inéditas. De sobra, vale a pena destacar que na guitarra solo está nada mais nada menos que David Gilmour (Pink Floyd), e na bateria Ian Paice (Deep Purple). Divirtam-se, e aguardem novas postagens da discografia de Sir Paul McCartney.



Toni Clark @

Big Allanbik



Hospedagem dos Ãlbuns, Texto, Fotos e Montagem: Fireball



Com esse post quero abrir um espaço para o blues feito aqui no Brasil, que apesar do seu alto nível, infelizmente, é pouquíssimo divulgado pelos meios de comunicação. Considerados como um dos maiores grupos de blues do país, o BIG ALLANBIK foi formado em 1992 no Rio de Janeiro. A formação contava com: Ricardo Werther, apontado pelo público e crítica como o melhor vocalista brasileiro do gênero; Alan Ghreen, pianista que já gravou com B.B.King; Big Gilson, guitarrista contratado como "endorser" das Guitarras Gibson e amplificadores Fender; UgoPerrotta, baixista e Beto Werther, baterista.

O primeiro álbum da banda, "Blues SpecialReserve", foi masterizado e prensado nos EUA e lançado em 1993. "Black Coffee", o segundo CD, teve seu show de lançamento no festival Nescafé and Blues no Palace, em São Paulo, no ano de 1995. Na época se apresentaram juntamente com grandes nomes do blues como Robert Cray, Lonnie Brooks, Otis Clay, Ronnie Earl, Robben Ford e Eric Burdon, tendo sido apontados pela crítica especializada como a melhor apresentação das bandas brasileiras deste evento.



Em outubro de 96, o BIG ALLANBIK embarcou para os EUA, se tornando a primeira banda de blues brasileira a fazer uma turnê neste país, se apresentarando com grande sucesso em casas de renome internacional como o Blue Note em Nova York e o Tobacco Road em Miami. Em Chicago, eles se apresentaram no Buddy Guy`s Legends com Duke Robillard e no Chicago Blue Note juntamente com Lonnie Brooks. Durante os shows, o Big retornava à Nova York para gravaro seu 3º CD, "Batuque y Blues", no Avalon Studios. Este estúdio propiciou ao Big sonoridades e aparelhagens específicas dos anos 70, além de umHammond B-3 utilizado por Rick Wakeman e um piano onde Pinetop Perkins costumava gravar. Tudo isso somado ao talento do produtor Bob Stander, que trabalhou com vários artistas consagrados, como Roy Buchanan, Paul Simon, Pete Townshend e bandas como Kiss e The Platters. Com todo este material, o Big realizou uma mistura de ritmos e instrumentos brasileiros com o blues e classic rock à sua já conhecida sonoridade. "Batuque y Blues" foi lançado em 1998 contando com clássicos como "Gully Low Blues" de Louis Armstrong, "My Babe" e "Seventh Son" de Willie Dixon e "Jessica" dos Allman Brothers. Em 2000 lançaram o ao vivo "Destilado Ao Vivo". Vale a pena conferir...



Fireball @

Helloween

Hospedagem dos albuns: Fábio Oliveirafotos e montagem: SuburbanoFormado na Alemanha em 1984, o Helloween surgiu da reunião dos guitarristas Michael Weikath e Kai Hansen, do baixista Markus Grosskopf e do baterista Ingo Schwichtenberg, que pretendiam fazer um som pesado, mas sem abrir mão do lado melódico, característica de boa parte dos grupos de rock da alemanha. A oportunidade veio com a participação na coletânea Death Metal em 84, quando começaram a aparecer. Com a entrada de Michael Kiske, com apenas 18 anos, em 85, a banda se transformou em um quinteto. Foi quando lançaram o primeiro disco, Walls of Jericho. Keeper of The Seven Keys, Part I e Part II, se tornaram clássicos de todos os tempos do heavy metal. Além da sua música, a banda também ficou conhecida pelas abóboras, típicas das festas de halloween, que ilustram as capas de seus discos. O guitarrista Kai Hansen saiu da banda em 89, dizendo não gostar das imensas turnês. Live the UK, foi o último disco com Kai, que juntamente com Ralf Scheepers criou o Gamma Ray.



Voltando ao Helloween, no lugar de Kai entrou Roland Grapow que participou do Pink Bubbles Go Ape de 1991 que saiu pela EMI. O álbum é bastante diferente dos outros e pela primeira vez não traz a característica abóbora na capa. Mas não foi a capa que desagradou os fãs... Em 1993, o grupo lança Chameleon, outro álbum fraco e ainda enfrentou a saída do baterista Ingo Schwichtenberg (que depois suicidou-se) e os desentendimentos crescentes entre vocalista Mike Kiske com o resto da banda, resultando na saída deste também. Para reformular o grupo, foram chamados Andy Derris (ex-Pink Cream 69) para os vocais e Uli Kusch (ex-Gamma Ray) para a bateria. Com novo contrato assinado com a Castle, o grupo gravou o álbum Master of The Rings (94), que tornou-se um mega sucesso, com mais de 500 mil cópias vendidas. Os leitores da prestigiada revista Burn japonesa elegeram o Helloween como a "Melhor Banda 94/95". Com a boa recepção do público e da crítica, a banda realizou diversas turnês, com lotação esgotada, retomando o sucesso que marcou a primeira fase do Helloween. Em 1995 foi lançado o oitavo disco da banda: The Time of The Oath, que é considerado por muitos como o melhor disco da carreira da banda. Inspirado nas profecias de Nostradamus, o disco traz algumas novidades: A Million To One e Wake Up The Mountain foram compostas pelo baterista UII Kusch. A nova fase rendeu ainda o registro ao vivo High Live. Quando estiveram aqui no Brasil para o Monsters Of Rock de 1996, fizeram um showzaço, com a platéia cantando em coro todas as músicas.



A formação que gravou Better than Raw , em 98, foi: Andi Deris (voz), Roland Grapow (guitarra e voz), Michael Weikath (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Uli Kusch (bateria). O álbum foi muito bem recebido pelos calorosos e fiéis fãs. Quase todos os integrantes da banda estavam se envolvendo em projetos paralelos, como é o caso de Roland, que com a Roland Grapow's Band, havia lançado seu segundo álbum. O Helloween esteve no Brasil mais uma vez, em 98 para o show da festa da 89 FM, fazendo um grande show, apesar da chuva que caía no Anhembi. Em 2000, a banda lança o sombrio The Dark Ride, produzido em conjunto por Roy Z e Charlie Bauerfeind, muito famosos por trabalharem com grandes nomes do Metal. Após a turnê do álbum, é anunciada a saída de Rolland Grapow e de Uli Kush, sendo que este último foi substituído por Mark Cross. ex- Metalium.A alegação do restante da banda é que os dois estariam dando mais importância para os seus projetos solo do que para o próprio Helloween. O grupo começa a gravar o novo álbum, porém, Mark Cross, foi obrigado a abandonar a banda devido a problemas de saúde e quem assumiu as baquetas no restante das gravações foi ninguém menos do que Mikkey Dee, do Motörhead.O Helloween solta então em 2003, o inédito Rabbits Don't Come Easy e quem fica com o posto de baterista oficial é Stephan Scwarzmann, ex-Running Wild e Accept, enquanto que Sascha Gerstner, ex-Freedom Call, assume as guitarras.1. Walls Of Jericho (Weikath/Hansen)2. Ride The Sky (Hansen)3. Reptile (Weikath)4. Guardians (Weikath)5. Phantoms Of Death (Hansen)6. Metal Invaders (Hansen/Weikath)7. Gorgar (Hansen/Weikath)8. Heavy Metal (Is The Law) (Hansen/Weikath)9. How Many Tears (Weikath)1. Initation (Hansen)2. I'm Alive (Hansen)3. A Little Time (Kiske)4. Twilight Of The Gods (Hansen)5. A Tale That Wasn't Right (Weikath)

6. Future World (Hansen)7. Halloween (Hansen)8. Follow The Sign (Hansen/Weikath)1. Invitation (Weikath/Hansen)2. Eagle Fly Free (Weikath)3. You Always Walk Alone (Kiske)4. Rise And Fall (Weikath)5. Dr. Stein (Weikath)6. We Got The Right (Kiske)7. March Of Time (Hansen)8. I Want Out (Hansen)9. Keeper Of The Seven Keys (Weikath) 1. Pink Bubbles Go Ape (Kiske)2. Kids Of The Century (Kiske)3. Back On The Streets (Grapow/Kiske)4. Number One (Weikath)5. Heavy Metal Hamsters (Weikath/Kiske)6. Goin' Home (Kiske) 7. Someone's Crying (Grapow)8. Mankind (Grapow/Kiske)9. I'm Doin Fine Crazy Man (Grosskopf/Grapow)10. The Chance (Grapow)11. Your Turn (Kiske) 1. First Time (Weikath)2. When The Sinner (Kiske)3. I Don't Wanna Cry No More (Grapow)4. Crazy Cat (Grapow)5. Giants (Weikath)6. Windmill (Weikath)7. Revolution Now (Weikath) 8. In The Night (Kiske)9. Music (Grapow)10. Step Out Of Hell (Grapow)11. I Believe (Kiske)12. Longing (Kiske)



Suburbano and Roll @

Status Quo II

Hospedagem do album, texto, fotos e montagem: Toni Clark



Status Quo nasceu da banda "The Spectres" (formada em 1962) , que somente em 1966, após assinar com a Pye Records , realizou seus 3 primeiros singles. Já com o nome Traffic Jam a formação da banda era Francis Rossi (vocais/guitarra), Alan Lancaster (baixo/vocais), Roy Lynes (teclados), e John Coghlan (bateria). Em 1967, Rossi chamou um grande amigo seu (a primeira vez que haviam se encontrado foi em 1965) para integrar a banda. Rick Parfitt (guitarra/vocais) aceitou o convite e a banda passou a se chamar The Status Quo! A amizade entre Francis Rossi e Rick Parfitt passou a ser a própria história da banda, pois até mesmo o tempo da banda, que poderia ser contado a partir de 1962, oficialmente é reconhecido como de 1965 para frente, ou seja, desde o primeiro contato entre os dois - oficialmente Status Quo está em seu ano de número 33.



Seu primeiro sucesso foi uma música tipicamente psicodélica, como a maioria no final dos anos 60: Pictures Of Matchstick Men (atingiu o número 7 nas paradas inglesas); Ice In The Sun ( atingiu o No. 8), e assim possibilitou o lançamento do primeiro álbum da banda. Apesar de um bom início, comercialmente falando, o segundo album da banda (1969) produziu apenas um sucesso nas paradas, sem muita expressão. Ao mesmo tempo, a banda começou a ficar insatisfeita com a abordagem pop que representavam; iniciou-se a grande mudança de imagem e som: a imortal cena das cabeças para baixo e os famosos três acordes que receberam o nome de boogie. O primeiro passo para a mudança foi o album Ma Kelly's Greasy Spoon que teve 2 singles, Down The Dustpipe (No.12), e In My Chair (No.21). Lynes deixou a banda devido ao som ter se tornado mais pesado; era o que faltava para a banda assumir sua imagem "hard" - fim aos cabelos curtos e roupas cheias de alegorias - jeans e cabelos longos tornaram-se marca registrada do Quo.



Os próximos 6 ou 7 anos representaram a era de grandeza: Dog Of Two Head, último album pela Pye, (a partir daí se tornaram artistas da Polygram), Piledriver, Hello!, Quo , On The Level, Live, Rockin' All Over The World. Todos estes albuns tiveram altas vendagens e produziram uma extensa lista de sucessos na parada inglesa atingindo o topo quando Down Down alcançou o número 1 em Janeiro de 1975. Cada música desta fase é um clássico! O Quo se tornou uma banda de 5 membros incorporando um tecladista (Andy Bown). Os albuns seguintes If You Can't Stand The Heat, Whatever You Want, Just Supposin, Never Too Late foram todos muito bons, mas a banda estava tendenciando a um estilo mais suave , o chamado "soft rock". O baterista, Coghlan, deixou a banda, sendo substituído por Peter Kircher e 1+9+8+2, que continuou esta tendência, foi lançado.



Em 1983 Back To Back dava sinais de que a banda não estava mais conseguindo se renovar; uma grande turnê foi realizada em 1984, e a banda, cansada, anunciou que estava encerrando suas atividades. Bobby Geldof conseguiu reunir a banda de novo, em 1985 para tocar no "Live Aid" o que eles fizeram com grande alegria. A recepção à banda foi magnífica, e a volta era inevitável... Contudo, Rossi e Lancaster não concordavam com mais nada, musicalmente falando. Parfitt tomou o partido de Rossi e Alan saiu da banda. O "novo" Quo incluia 2 novos membros, Jeff Rich na bateria e John "Rhyno" Edwards no baixo; e produziu cada vez mais músicas leves ao invés do estilo pesado dos anos 70.. Apesar disto, In The Army Now e Ain't Complaining foram muito bem recebidos e tiveram boa venda, mas Perfect Remedy foi um fracasso. Em 1991 Rossi produziu um grande album, que lembra, e muito, o Quo dos bons tempos, Rock Till You Drop, que comemorou 25 anos da amizade de Rossi e Parfitt .



Seguiram-se mais alguns albuns na década de 90, inclusive um excelente ao vivo Live Alive Quo (1992). Em 1996, Don´t Stop celebrou os 30 anos de Rossi e Parfitt e da banda.Em 1999 saiu o álbum Under The Influence, 26º de uma carreira de 31 anos. A formação da banda continua a mesma desde 1986, com Francis Rossi e Rick Parfitt à frente. O album foi muito bem recebido pelos fãs. A turnê se iniciou com 34 shows realizados em pubs, com no máximo 200 pessoas permitidas para a audiência; agora, o Quo parte para os grandes shows, em festivais e próprios, que sempre culminam com o mês de dezembro onde tocam o mês todo na Inglaterra.



Toni Clark @

Domingo, Março 12, 2006 Montrose

Hospedagem dos álbuns e texto: Jr Fotos e montagem: Rogério Utrila



Ronnie Montrose nasceu em 29.11.47 em Denver, Colorado, e antes de montar sua própria banda - Montrose - trabalhou como músico de estúdio para grandes nomes do rock, no início dos anos 70. Nessa época, já residindo em San Francisco/CA, participou do disco Gandharva, de Beaver and Krause. Em seguida, passou um ano acompanhando Van Morrison, com quem gravou Tupelo Honey (71) e Saint Dominic's Preview (72). Depois de rápida passagem junto à banda de Boz Scaggs, Montrose integrou, durante um ano, o grupo de Edgar Winter, com quem gravou They Only Come Out At Night no final de 1972, como guitarrista solo. Com a vendagem platinada deste disco, Montrose foi convidado para ser o guitarrista líder do Mott The Hoople, mas preferiu montar sua banda.Montrose foi formada em 1973 com Bill Church no baixo (que tocara ao lado de Ronnie no grupo de Van Morrison), Denny Carmassi na bateria, e um jovem e promissor vocalista californiano: Sammy Hagar. No final daquele ano, essa impecável banda lançou o LP homônimo que, se não atingiu altos postos nos charts americanos (não ficou entre os 100 primeiros, atingindo o 43º lugar na Inglaterra), influenciou bastante o rock da época.



Pesado, lotado de riffs, e produzido por Ted Templeman (Van Halen, Doobie Bros., Aerosmith e Eric Clapton, entre outros) Montrose foi além do hard rock, tornando-se um protótipo do gênero que viria a ser chamado de heavy metal. Seus destaques são "Space Station Nº 5", "Bad Motor Scooter", "Make It Last" e "Rock Candy", que até hoje é tocada nos shows de Sammy Hagar. Na esteira desse que viria a ser considerado um dos melhores "debuts" do rock, Montrose lançou, em 1974, o 2º LP: Paper Money. Paper Money já trazia as indefectíveis baladas de Sammy Hagar, mas uma insuperável cover dos Stones, "Connection". Apesar da capa horrível, o disco continha o mesmo power rock do 1º LP, destacando-se "I Got The Fire" (com um vigoroso solo de guitarra) e "Spaceage Sacrifice". A principal mudança neste disco, porém, foi a substituição de Bill Church por Alan Fitzgerald, que mais do que tocar baixo, adicionou o som dos sintetizadores ao estilo da banda. Depois da turnê de lançamento, Ronnie resolveu demitir Hagar, pelos tradicionais problemas de ego entre guitarrista-dono-da-banda e cantor-querendo-aparecer (alguém se lembrou de Jeff Beck x Rod Stewart?).



Dizem as más (mas não necessariamente cínicas) línguas que Hagar tinha aspirações a ser também guitarrista solo, com o que não Ronnie não suportaria. De qualquer modo ambos são amigos até hoje - inclusive Ronnie participou do disco solo de Hagar de 1997 (Marching To Mars), com a formação original do Montrose, regravando "Rock Candy". Sammy Hagar virou vocalista do Van Halen (onde desenvolveu um estilo mais estridente do que fazia no Montrose), sendo substituído pelo desconhecido Bob James.Para o lançamento de Warner Bros. Presents Montrose!, em outubro de 1975, Ronnie recrutou o tecladista Jim Alcivar, para deixar Alan Fitzgerald somente no baixo. Alcivar mudou decisivamente o som da banda, tirando o peso característico. O resultado foi a presença cada vez mais reduzida do hard rock (como a boa "Black Train"), em função das baladas (como a ótima "All I Need"). Bob James não era mau vocalista, pelo contrário, mas sem dúvida a banda se ressentiu da saída de Sammy Hagar, que era bem mais carismático, na voz e no palco. Este 3º disco alcançou o 79º lugar na parada americana.



No ano seguinte Montrose caprichou na capa, trocou Fitzgerald (que foi acompanhar Hagar) por Randy Jo Hobbs e lançou Jump On It, disco repleto de baladas açucaradas - algumas boas, como "Music Man", "Crazy For You" e "Merry-Go-Round". O som da banda já se mostrava totalmente desfigurado, e com o fracasso comercial (não ficou nem entre os 100 mais vendidos nas paradas americanas), Ronnie resolver desmanchar o grupo. Com um estúdio caseiro completo, e afeito a experimentações, Ronnie partiu para a carreira individual lançando um excelente LP em janeiro de 1978, Open Fire, bastante elogiado pela crítica. Totalmente instrumental, Open Fire contou com os teclados de Edgar Winter e marcou o início de uma nova era na carreira de Ronnie, que passou a flertar com experimentalismos eletrônicos e jazz fusion, chegando a dividir shows com Allan Holdsworth. Paralelamente, participou de álbuns de amigos, como Gary Wright (Dream Weaver) e Dan Hartman (Images). Entretanto, Open Fire não vendeu bem, e Ronnie decidiu montar nova banda de rock. Em 1979 Montrose recrutou Alcivar e Fitzgerald (que estava no Night Ranger), além de Skip Gillette na bateria e James Dewar para os vocais. Dewar, que não queria deixar a banda de Robin Trower, indicou Davey Pattison, que foi aprovado. No final daquele ano foi lançado o primeiro disco do GAMMA (GAMMA 1), recheado de bom hard rock, com sonoridade bem oitentista. Para o segundo LP do GAMMA (GAMMA 2), de 1980, voltou Carmassi, que estava no Heart, e Glenn Letsch substituiu Fitzgerald.



Em março de 1982 sairia GAMMA3, com a subseqüente dissolução da banda e o ingresso de Pattison no grupo de Robin Trower. Registre-se que em 1998 foi editado um cd chamado GAMMA Concerts Classics, à revelia de Ronnie e totalmente repudiado por ele, onde até nomes de músicas saíram trocados. Ronnie voltou então a se dedicar aos experimentos sonoros em seu estúdio caseiro, lançando em 1986 o LP instrumental Territory. Como experimentalismos em geral não dão dinheiro pra ninguém - no máximo status - Ronnie chamou Glenn Letsch e, com James Kottak na bateria e Johnny Edwards nos vocais, ressuscitou o Montrose, lançando em 1987 o obscuro Mean. Pouco inspirado e mal distribuído pelo selo Enigma, Mean passou em brancas nuvens, levando nosso axeman a enveredar novamente por suas experiências pessoais. Edwards foi para o lugar de Lou Gramm no Foreigner e Kottak rumou para o Kingdom Come. De volta ao estúdio caseiro, Ronnie lançou 4 discos instrumentais seguidos, The Speed Of Sound (89), The Diva Station (90), Mutatis Mutandis (91) e Music From Here (94), todos com qualidade artística variável, destacando-se aí The Diva Station (principalmente nas faixas "Quid Pro Quo" e "Stay With Me Baby", cover dos Walker Bros.).



Em 1995 iniciou uma parceria com o projeto Anti-M, de rock eletrônico, em cujos discos tocou em diversas faixas. Em 1996 finalizou a trilha sonora para o video game Mr. Bones, da SEGA, projeto exaustivo que lhe consumiu dois anos, mas que no final o deixou satisfeito. Mr. Bones conta as peripécias de um esqueleto que adora guitarras, e a trilha contém algumas faixas inclinadas para o blues. Vale a pena escutar. Em 1998 Ronnie tocou ao vivo com o guitarrista Marc Bonilla - com quem já havia gravado no início dos anos 90 - dividindo o palco com Glenn Hugues e Keith Emerson. Individualmente lançou um disco ao vivo (Roll Over And Play Live!) e outro de estúdio, acústico e instrumental, chamado Bearings, ambos em 1999.Para felicidade de seus fãs mais renitentes, Ronnie reuniu uma vez mais o GAMMA e lançou, em 2001, GAMMA4, com a formação original, mais Edward Roth nos teclados. Agora, boatos dão conta de que nosso guitar hero está planejando nova aparição do Montrose. Pode ser, afinal, os tempos mudam, os cabelos de Ronnie já se foram, a guitarra mudou de Les Paul para Fender Strat, mas a veia rock'n'roll é sempre a mesma.



Montrose



Paper Money



Warner Brothers Presents...Montrose



Jump on It



Rogério Utrila @

Slayer II



Hospedagem: AnonimusTexto, Foto e Montagem: JH II



Hello Everybody! Do You Like Trash Metal? All Right. To Drink in SLAYER! Amigos, este é o segundo post sobre a banda de trash metal, Slayer. Essa banda, assim como Exodus, Mettalica, Anthrax, Megadeth, Testament e mais algumas possuem uma legião de fãs fabulosa. No post anterior temos o histórico da banda e tudo mais. Dessa vez, estamos mandando mais uma coleção de mais 6 (seis) álbuns, hospedado pelo nosso coloborador cuja alcunha é: "Anonimus". Os temas abordados pela banda são: violência, satanismo, anti-religião, morte e dificilmente o nazismo. Alguns caras define o estilo da banda como: black-metal, death metal, mas os especialistas os define como trash metal mesmo. Mas cuidado! Música é cultura, não leve as coisas ao pé-da-letra, como dizia São Tomé ( ver para crer), curta o som, pule, dance, mas não vá fazer nenhuma oferenda de cabeça de bode por aí, porque a comunidade da defesa dos animais estão de olho em todo mundo. Fique esperto, se alguém mandar você pular num abismo, pode ser uma viagem de ida sem volta!



Decade of Agression



Divine Intervention







Undisputed Attitude



Reign Blood







Hell Awaits



Show No Mercy



Site do Slayer:



JH II @

Jimi Hendrix IV

Hospedagem, Fotos, Texto: JH IIQuando ouvi falar em Jimi Hendrix pela primeira vez, fiquei curioso, e logo fui correndo comprar algum álbum dele. O primeiro que eu comprei, foi “Are You Experienced/â€, fiquei “chapado†com o Ãlbum, nunca mais fui o mesmo depois que ouvi Foxy Lady, Manic Depression, Red House, CanYou See Me?, Love Or Confusion, I Don´t Live Today, May This Be Love, Fire, 3rdStone From The Sun composta por Jimi para Homenagear Dick Dale, Remember e Are You Expereienced? Depois comprei o álbum “Axis: Bold As Loveâ€, com as canções: Up From The skies, Spanish Castle Magic, Wait Until Tomorrow, Ain´t No Telling, Litle Wing,( essa então me matou), If Six Was Nine, You´ve Got Me Floating, Castles Made Of Sand, She´s So Fine ( que eu achei meio fraquinha musicalmente e que vi depois que não era dele e sim do Noel Redding)., One Rainy Wish, Little Miss Lover e a lindissima Bold As Love com efeito Leslie na bateria. Daí pra frente, não parei mais. Eu vou fazer o quê, eu gosto do jeito do cara tocar. Depois um dia eu li uma reportagem que dizia que a irmã de criação (branca) do Jimi havia se formado advogada, e conseguiu recuperar tudo que o Jimi tinha gravado, ou seja todas as gravações espalhadas pelas várias gravadoras voltava tudo para a família Hendrix, e que então a irmãzinha tinha em suas mãos material para 10 (dez) anos de edição. Então aí me deliciei, e de vez então surge alguma coisa nova dele. Mas esse álbum abaixo, que tem por título “HENDRIX IN THE WEST†é simplesmente imperdível, para quem é fã do cara. Eu tinha esse álbum em vinil, e o meu vizinho me ameaçou duas vezes de chamar a polícia, porque eu quando estava em casa, ouvia direto, em alto volume, até não agüentar mais. Na minha opinião é o disco que mostra suas melhores performances ao vivo, é só você prestar bem atenção e vai perceber, ele estava muito bom na guitarra, mais violento do que nunca ( no bom sentido), em por exemplo Johnny B. Good ( do Chuck Berry), etc e tal.Então um dia um “amigo†me fez o favor de sumir ele e o disco e nunca mais o vi. Mas tudo bem, consegui ele de novo, e estou passando pra vocês, curtam.. Hendrix In The West by JH II01. Johnny B. Goode02. Lover Man03. Blue Suede Shoes04. Voodoo Chile05.The Queen06.Sergeant Pepper´s Lonely Hearts Club Band07.Little Wing08.Red House



JH II @

Zero



Hospedagem, Texto, Fotos e Link: JH II



ZERO surgiu em 1983, quando o vocalista Guilherme Isnard (ex-Voluntários da Pátria) uniu-se aos arquitetos Beto Birger (baixo), Claudio Souza (bateria), Gilles Eduar (sax), Fabio Golfetti e Nelson Coelho (guitarras). Essa formação durou dois anos e rendeu, além de um compacto pela CBS (“Heróis†e “100% Paixãoâ€), uma participação no Lp "Remota Batucada" da cantora May East (na música “Caim e Abelâ€) e na coletânea "Os Intocáveis" da Deck Discos.Em 85 Guilherme reestrutura a banda com Eduardo Amarante (ex-Agentss e Azul 29) na guitarra, Ricky Villas-Boas (ex-Joe Euthanázia) no baixo, Freddy Haiat (ex-Degradée) nos teclados e Athos Costa (ex. Tan-Tan Club) na bateria.

Guilherme Isnard Em 86 lançam pela EMI/Odeon o Lp "Passos no Escuro", que estourou as músicas “Agora eu Sei" e "Formosa" nas rádios de todo o Brasil e proporcionou ao grupo um disco de ouro com mais de 200 mil cópias vendidas. Em 87 é a vez de "Carne Humana" com os hits "Quimeras" e "A Luta e o Prazer" e mudança na formação: saiu Athos e entrou Malcolm Oakley (ex-Azul 29 e Voga) na bateria. Nessa fase, abriram os shows da cantora Tina Turner, no estádio do Pacaembu (SP) e no Maracanã (RJ), para um público de 300 mil pessoas.Em março e abril de 89 surpreendentemente o ZERO encerra as atividades com shows no Dama Xoc (SP) e no Circo Voador (RJ). Guilherme Isnard O grupo ainda fez algumas apresentações pelo interior do país até 1992 para se despedir dos fãs.Posteriormente, o líder Guilherme Isnard montou uma banda cover em homenagem a Brian Ferry (Roxy Music), cantou standards da música americana dos anos 50 e 60, dividiu palco no SESC Pompéia (SP) com o cantor Miltinho, mestre do samba sincopado. Em 92 mudou-se para o Rio de Janeiro. Lá, fez shows em homenagem ao compositor Luís Antonio em 1996 e diversas apresentações do seu trabalho solo em 97 no People, Mistura Fina e Hipódromo Up. Passou 98 e 99 nos palcos interpretando o flautista e compositor Joaquim Antônio Callado no musical "O Abre Alas" a história de Chiquinha Gonzaga, sucesso em todo Brasil.Para comemorar os 15 anos do ZERO, o grupo fez em 1999 algumas apresentações no Rio (junto com os brasilienses do Finis Africae) e em São Paulo. Guilherme Isnard Para esse show Guilherme reuniu a formação clássica com Eduardo, Ricky e Freddy. Desde então não pararam mais.Com toda esta movimentação e receptividade do público, o ZERO entra em estúdio no segundo semestre de 2000 pra gravar o CD "Electro Acústico", que revisa o trabalho da banda acrescido de quatro músicas inéditas e foi lançado em maio de 2001. Esssa gravação contou com os membros da formação clássica, além dos novatos Sérgio Naciffe (bateria) e JP Mendonça (produção e teclados). Tem também participação especial do Philipe Seabra (Plebe Rude) - guitarra na faixa "Heróis" - e Bruno Gouveia (Biquini Cavadão) que fez backing vocal na mesma canção. O CD independente vende as 10.000 cópias prensadas no boca-a-boca e esse sucesso compele a EMI a relançar os dois primeiros LPs compilados e remasterizados no belo “Obra Completa†de 2003. A atual formação, que tem Yan França na guitarra, Jorge Pescara no baixo e Sérgio Naciffe na bateria, está em turnê por todo o país e grava o novo CD “Quinto Elementoâ€, o primeiro só de inéditas em 17 anos, com previsão de lançamento ainda no primeiro semestre de 2005.



Zero - Obra Completa by JH II



01.Cada fio um Sonho



02.Agora eu sei



03.Formosa



04.Os Olhos Falam



05.Passos no Escuro



06.Quero te Contar



07.Algum Vício



08.Quimeras



09.Linha da Vida



10.Abuso de Poder



11.Medo de Voar



12.Carne Humana



13.Seu Planeta



14.Game Over



15.Sem Pudor



16.A Luta e o Prazer



Blogspot do Zero



JH II @

Glenn Hughes

Hospedagem dos Ãlbuns: Fábio Oliveira & Fireball

Texto, Fotos e Montagem : Fireball



Glenn Hughes nasceu em 21 de agosto de 1951 em Cannock, Inglaterra. Deixou a escola aos 15 anos para tocar guitarra em uma banda local antes de mudar para o baixo e começar a cantar. No fim dos anos 1960 criou a banda Trapeze, que em sua formação clássica contava com Mel Galley (que futuramente fez parte do Whitesnake) na guitarra e Dave Holland (que depois tocou no Judas Priest) na bateria. Lançaram os álbuns Trapeze (1969), Medusa (1971), e o excelente You Are The Music... We're Just The Band (1972).

Em 1973 ocupou o lugar de Roger Glover como baixista do Deep Purple, enquanto David Coverdale assumiu o posto de Ian Gillan, formando-se aí um dos mais poderosos “duos†vocais da história do rock. Com a participação de Glenn Hughes e Coverdale o Purple lançou "Burn", seguido de "Stormbringer" e "Come Taste the Band", este último já com Tommy Bolin, indicado pelo próprio Hughes, nas guitarra. É o que tem maior influência de Glenn Hughes, inserindo elementos do funk no som da banda. É um grande álbum, apesar de não ter a “cara†do Deep Purple.



Em 1977, após o fim desta formação do Purple, Glenn Hughes lança seu primeiro álbum solo – "Play Me Out", onde demonstra de forma mais livre seu ecletismo musical, misturando jazz, soul, funk e pop ao rock. A partir daí, passa a colaborar com vários músicos.Em 1982 lança, com seu colega guitarrista Pat Thrall, o álbum Hughes and Thrall, que não teve o sucesso comercial esperado. Em 1985 canta como convidado no Run for Cover, de Gary Moore. Em 1986 Glenn Hughes foi vocalista do Black Sabbath, participando de "Seventh Star", um dos álbuns, injustamente, mais criticados de Tonny Iommi e Cia. Nesta época, Hughes estava mergulhado na cocaína e no álcool, tendo de ser substituído no meio da turnê do Black Sabbath por Ray Gillen (Badlands). Em 1992, canta como convidado no álbum "Face the Truth" de John Norum, ex-guitarrista do Europe. No mesmo ano, lança seu segundo álbum solo, "Blues", na verdade um projeto do guitarrista Craig Erickson.



Daí em diante, livrando-se da dependência de álcool e drogas, passa a produzir como nunca, lançando um trabalho após o outrol: "From Now On" (1994 – o mais pop de sua carreira), "Burning Japan Live" (1994 – ao vivo no Japão, com canções do Deep Purple e de sua carreira solo), "Feel" (1995 – grande influência do Funk e Soul, mas um disco de peso), "Addiction" (1996 – em que fala de sua dependência e posterior recuperação das drogas), "The Way It Is" (1999), "Return of Crystal Karma" (2000), "A Soulful Christmas" (2000 – CD, acredite, com interpretações de músicas natalinas).

Em 2001 lança "Bulding the Machine", e em 2002, em parceria com Joe Lynn Turner, lança o HTP (Hughes Turner Project), aclamado no Japão e muito bem recebido pela crítica, assim como a maioria de seus trabalhos anteriores. Em junho de 2003 lança "Songs In The Key Of Rock", em que volta à s suas raízes “setentistasâ€. Na seqüência, sai o ao vivo "Soulfully Live In The City Of Angels". Em 2005 Hughes lança o álbum "Soul Mover", considerado por alguns como um de seus discos que mais deixaram a desejar, onde usa elementos mais modernos em suas composições.

Ainda em 2005, Glenn Hughes se reúne novamente com Tonny Iommi, guitarrista do Black Sabbath, para fazer os vocais e o baixo do disco solo de Iommi, "Fused".



Alguns álbuns precisam de senha: bwc001







Fireball @

Sábado, Março 11, 2006 Creedence Clearwater Revival II

Hospedagem: Fábio OliveiraMontagem: JH IIBem amigos, estamos postando pela segunda vez a banda Creedence Clearwater Revival, sendo que desta vez, apresentamos um Box Set com 6 (seis) CD´s, uma colaboração do nosso amigo, Fábio Oliveira.Na verdade, um ótimo presente para quem curte essa banda maravilhosa que foi sem sombra de dúvida, muito importante , no cenário da música internacional. O CCR, foi uma banda que fez muito sucesso no Brasil, as suas canções tocavam sem parar nas nossas rádios, e foi e ainda é, amada pelos brasileiros. Mas como a maioria das bandas, sempre surge um problema ou outro, que faz com que o grupo acabe se separando. No caso do CCR, O John Fogerty, continuou, com carreira solo. E a pouco tempo atrás, dois integrantes da banda montaram, a banda Creedence Clearwater Revisited, que inclusive já se apresentaram aqui no Brasil, onde reviveram as canções mais amadas pelo nosso povo, fazendo então um grande sucesso. O C.C. Revisited, continua aí pelo mundo fazendo os seus shows.Disc: 1 1. Come on Baby 2. Oh My Love 3. Have You Ever Been Lonely 4. Bonita5. The Golliwogs: Don't Tell Me No Lies6. Little Girl (Does Your Momma Know) 7. Where You Been ! You Came Walking8. You Can't Be True (first version) 9. You Got Nothin' on Me 10. I Only Met You Just an Hour Ago 11. Brown-Eyed Girl 12. You Better Be Careful 13. Fight Fire 14. Fragile Child 15. She Was Mine 16. Gonna Hang Around 17. Try Try Try 18. Instrumental #119. Little Tina 20. Walking on the Water21. You Better Get It Before It Gets You 22. Tell Me 23. You Can't Be True (second version) 24. Action USA (promotional spot)



Disc: 2 1. Call It Pretending2. I Put a Spell on You 3. The Working Man4. Susie Q 5. Ninety-Nine and a Half 6. Get Down Woman 7. Porterville8. Gloomy9. Walk on the Water 10. Born on the Bayou11. Bootleg 12. Graveyard Train 13. Good Golly Miss Molly 14. Penthouse Pauper 15. Proud Mary 16. Keep on Chooglin'



Disc: 31. Green River2. Commotion3. Tombstone Shadow 4. Wrote a Song for Everyone5. Bad Moon Rising 6. Lodi7. Cross-Tie Walker 8. Sinister Purpose9. The Night Time Is the Right Time10. Down on the Corner11. It Came Out of the Sky 12. Cotton Fields 13. Poorboy Shuffle 14. Feelin' Blue 15. Fortunate Son 16. Don't Look Now (It Ain't You or Me) 17. The Midnight Special 18. Side of the Road 19. Effigy



Disc: 4 1. Ramble Tamble 2. Before You Accuse Me 3. Travelin\' Band 4. Ooby Dooby5. Lookin\' Out My Back Door6. Run Through the Jungle 7. Up Around the Bend 8. My Baby Left Me9. Who\'ll Stop the Rain 10. I Heard It Through the Grapevine 11. Long As I Can See the Light 12. Pagan Baby13. Sailor\'s Lament 14. Chameleon15. Have You Ever Seen the Rain? 16. (Wish I Could) Hideaway17. Born to Move 18. Hey Tonight 19. It\'s Just a Thought Disc: 5 1. Molina 2. Rude Awakening #23. 45 Revolutions Per Minute (Part 1)4. 45 Revolutions Per Minute (Part 2) 5. Lookin\' for a Reason 6. Take It Like a Friend 7. Need Someone to Hold8. Tearin\' Up the Country 9. Someday Never Comes 10. What Are You Gonna Do 11. Sail Away 12. Hello Mary Lou 13. Door to Door 14. Sweet Hitch-Hiker 15. Born on the Bayou 16. Green River 17. Tombstone Shadow18. Don\'t Look Now (It Ain\'t You or Me) 19. Travelin\' Band20. Who\'ll Stop the Rain 21. Bad Moon Rising 22. Proud Mary23. Fortunate Son 24. Commotion Disc: 6 1. The Midnight Special2. The Night Time Is the Right Time3. Down on the Corner4. Keep on Chooglin\' 5. Born on the Bayou6. Green River/Susie Q 7. It Came Out of the Sky 8. Door to Door 9. Travelin\' Band10. Fortunate Son 11. Commotion 12. Lodi 13. Bad Moon Rising 14. Proud Mary 15. Up Around the Bend16. Hey Tonight17. Sweet Hitch-Hiker18. Keep on Chooglin





Aportado por ADRIAN URREGO

 

Todas las letras y copyright de este sitio, son propiedad de sus autores, y su uso debe ser para fines educativos o informativos. La utilización de estos con otros propositos, sin la autorización escrita de sus autores o editores, es estrictamente prohibida.
WEBMASTER: auenlared@hotmail.com
Creado por: Adrian Urrego
©2006